Olivais, Bairro Residencial
Pacato, sereno, tranquilo. É muito comum vermos crianças a brincar no Parque do Vale do Silêncio ou idosos à conversa junto ao mercado. Um bairro tipicamente habitacional, com uma forte componente de serviços e utilidades públicas e dotado de muitas zonas verdes. Outrora um destino da burguesia e da industria, que ocupavam o terreno com as suas quintas e fábricas, atualmente o bairro dos Olivais caracteriza-se pelas vastas áreas residenciais misturadas com amplas zonas verdes, e o pólo central de serviços Spacio Shopping.
Esta zona fez, nos anos 60, parte de uma operação urbanística de grande escala, integrada nas estratégias de expansão da cidade de Lisboa, no seguimento do sucesso do bairro de Alvalade. Aqui procurou-se desenhar um bairro onde os conjuntos edificados estivessem ligados pela estrutura verde, com ruas estreitas, passeios largos, ligações pedonais e fachadas afastadas umas das outras. A harmonia existe, a população tem orgulho do barulho das suas árvores e preza os seus espaços verdes.
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Seja de manhã ao acordar, no pico da tarde ou mais à noite, o bairro dos Olivais é um bairro em constante movimento. Envolto por uma larga rede de transportes, com fáceis acessos a supermercados, hospitais, escolas, zonas comerciais ou até mesmo à zona ribeirinha, os Olivais têm-se vindo a transformar numa ótima zona residencial.
Com o passar das gerações o bairro dos Olivais foi mudando. A área que antigamente dava lugar às grandes quintas e às pequenas fábricas é hoje em dia onde estão situados inúmeros prédios e utilidades públicas, que convidam pessoas de todas as idades a virem viver para o bairro.
Os Olivais gozam de uma grande área. Todo o bairro - desde as ruas, aos jardins, até às avenidas - é espaçoso.
Os Olivais gozam de uma grande área. Todo o bairro - desde as ruas, aos jardins, até às avenidas - é espaçoso.
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Os Olivais é um bairro excelente para crescer mesmo, para desenvolver, para habitar, tem de tudo.
Cristina Santos, 30 anos, Assistente Social
No meio dos grandes edifícios, edificados com o novo planeamento dos Olivais nos anos 60, foi também construída uma área significativa de zonas verdes.
O que tem maior destaque é o parque do Vale do Silêncio: um parque bem no centro do bairro, onde os moradores (e não só) se dirigem para passear, fazer exercício, descansar ou almoçar. É aqui que os residentes vêm respirar o mais puro ar, como não há no centro da cidade.
Poderá haver quem pense que é um bairro vazio ou perigoso, mas são os próprios moradores que nos dizem o contrário. O facto de não ser no centro histórico de Lisboa faz dos Olivais um dos bairros mais calmos, sossegados e com companheirismo de Lisboa.
Onde uma pessoa pode descansar e apreciar a vida, sem pressas nem confusões. Um sítio bom para se crescer e formar família. Uma zona pacata, onde se consegue ouvir o barulho do vento e de crianças a brincar.
Poderá haver quem pense que é um bairro vazio ou perigoso, mas são os próprios moradores que nos dizem o contrário. O facto de não ser no centro histórico de Lisboa faz dos Olivais um dos bairros mais calmos, sossegados e com companheirismo de Lisboa.
Onde uma pessoa pode descansar e apreciar a vida, sem pressas nem confusões. Um sítio bom para se crescer e formar família. Uma zona pacata, onde se consegue ouvir o barulho do vento e de crianças a brincar.
Sendo um bairro renascido nos anos 60, nota-se um padrão demográfico diferente dos bairros mais centrais de Lisboa. Há pessoas de todas as idades, marcado por uma forte presença de famílias e população mais jovem que vem para os Olivais trabalhar ou encontra nesta zona um bom sítio para viver. Nas ruas, nos cafés e nos jardins vê-se um pouco de tudo.
Desde a população mais idosa e reformada que se passeia pelo bairro, às crianças que saem e entram nas escolas, até aos inúmeros trabalhadores que vão à hora de almoço ao Spacio Shopping.
Muitas casas são passadas de geração em geração, onde ficam e são constituídas famílias que vivem nos Olivais desde que compraram a primeira casa.
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O bairro é a melhor coisa do mundo.
Beatriz Maria Romão Mota, 77 anos, Reformada
Desde a população mais idosa e reformada que se passeia pelo bairro, às crianças que saem e entram nas escolas, até aos inúmeros trabalhadores que vão à hora de almoço ao Spacio Shopping.
Muitas casas são passadas de geração em geração, onde ficam e são constituídas famílias que vivem nos Olivais desde que compraram a primeira casa.
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O bairro é a melhor coisa do mundo.
Beatriz Maria Romão Mota, 77 anos, Reformada
É logo à saída do metro que podemos reparar no Spacio Shopping, que faz com que a zona em seu redor seja o sítio principal do bairro. Neste centro comercial há movimento constante, quer seja pelas centenas de pessoas que emprega, pelos trabalhadores e moradores que lá passam, pelas escolas que há à volta ou mesmo pelo tráfego existente nas ruas em redor.
Também o Mercado de produtos alimentares e não alimentares nos Olivais Sul e a Feira do Relógio aos domingos são zonas de grande atração.
Por ser um bairro com uma dimensão considerável, os Olivais está dividido entre os Olivais Norte, os Olivais Sul e os Olivais Velho.
Também o Mercado de produtos alimentares e não alimentares nos Olivais Sul e a Feira do Relógio aos domingos são zonas de grande atração.
Por ser um bairro com uma dimensão considerável, os Olivais está dividido entre os Olivais Norte, os Olivais Sul e os Olivais Velho.
Ao passar a rotunda da Avenida de Berlim podemos, de facto, reparar na parte velha do bairro, onde está a antiga igreja de Santa Maria dos Olivais e a praceta principal, rodeadas por várias casas antigas que resistiram ao passar dos anos.
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Eu adorei crescer aqui. Eu adoro o meu Olivais.
Beatriz Maria Romão Mota, 77 anos, Reformada
A maior curiosidade sobre o bairro dos Olivais está no próprio nome. Tendo a igreja de Santa Maria dos Olivais como centro, no século XVI deu-se início à urbanização, quando os Olivais ainda não eram considerados parte de Lisboa e onde viviam maioritariamente agricultores.
A maior curiosidade sobre o bairro dos Olivais está no próprio nome. Tendo a igreja de Santa Maria dos Olivais como centro, no século XVI deu-se início à urbanização, quando os Olivais ainda não eram considerados parte de Lisboa e onde viviam maioritariamente agricultores.
Os bons ares e o bom clima no bairro atraíram nobres que começaram a ocupar quintas, as quais estavam repletas de oliveiras – que deram o nome a este bairro.
A partir dos anos 60, para dar espaço a novas estradas, casas e comércio, os Olivais manteve o nome mas houve um replaneamento da zona, que, não esquecendo a importância dos espaços verdes, passou a ser uma zona residencial e de comércio.
Há também moradores que contam que um dos grandes segredos do bairro está no nascer do sol e no ar puro que respiram. Nós fomos e confirmamos. Venha conhecer o bairro dos Olivais.
Há também moradores que contam que um dos grandes segredos do bairro está no nascer do sol e no ar puro que respiram. Nós fomos e confirmamos. Venha conhecer o bairro dos Olivais.
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Não trocava este bairro por nada, gosto muito do meu bairro.
Hermínia Conceição, 63 anos, Reformada