Parque das Nações, O século XXI junto ao rio Tejo
Já quase ninguém se lembra como era este local antes da “Expo 98”. Esta zona que começou a ser construída apenas na década de 90, é hoje um dos mais agradáveis bairros lisboetas, e a mais recente zona nobre de Lisboa. Tornou-se um centro de atividades culturais, com uma arquitetura contemporânea e espaços de convívio amplos. É uma zona segura, num espaço que juntou a cidade e o rio e que aproveitou, na perfeição, uma vasta frente ribeirinha com uma vista magnífica sobre a outra margem do rio e a Ponte Vasco da Gama.
É um bairro maioritariamente habitacional, mas já com uma forte zona empresarial, onde grandes empresas se estão a estabelecer. A maioria do comércio está ainda concentrada no Centro Comercial Vasco da Gama.
Um bairro ideal para famílias, seja para um passeio de fim de semana junto ao rio, para as crianças brincarem nos jardins e museus, ou para um copo ao final do dia. Tudo, com excelentes acessos à cidade e à auto-estrada, quer seja por carro ou em transportes públicos.
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A melhor forma de descrever o Parque das Nações por quem cá mora é falando da “qualidade de vida”.
Sendo um bairro construído ao longo do rio Tejo, uma das mais valias da zona é ter sabido aproveitar bem a frente ribeirinha. Ao longo de todo o bairro é possível caminhar junto ao rio, havendo diversos jardins, zonas verdes e zonas de passeio. A paisagem e a vista são de tirar o fôlego e o local ideal para “respirar fundo” e relaxar. Um privilégio na cidade.
Aqui é possível dar um passeio ao fim do dia após o trabalho, fazer uma corrida logo pela manhã, andar de bicicleta com as crianças, andar de patins. E muitos são os que vêm de fora fazer isso mesmo. Mas quem cá mora tem isso à mão. Todo o bairro é espaçoso, não apenas junto ao rio. A envolvente é ampla, aberta, limpa, verde, e bem tratada. É um lugar bom para viver, e bom para caminhar. Há quem diga que é “a zona mais agradável de Lisboa”.
Este foi um bairro totalmente planeado de raiz, que consegue conjugar a proximidade do rio com a construção nova e todas as comodidades que isso implica, avenidas abertas e espaçosas, e com excelentes acessos para dentro e fora da cidade.
Esta característica de ser novo é uma oportunidade única numa cidade com muita história e construção antiga. As casas têm um preço elevado, sendo uma das zonas nobres de Lisboa, mas é uma zona muito aprazível para se viver. Há espaço para estacionar, os arruamentos foram bem pensados, as casas são adaptadas à utilização do séc. XXI. Tudo é novo, moderno, bem pensado, bem construído.
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Um sítio moderno, bem pensado, bem construído, com todas as acessibilidades e todos os serviços que se pode querer.
José Diogo Lopes, 27 anos, Gestor de Produto
É também uma área muito bem conectada com o resto da cidade. Pela Gare do Oriente (uma obra de Santiago Calatrava) seja de comboio, metro ou autocarro estamos rapidamente em qualquer lado. De carro é muito fácil chegar ao centro da cidade e, para quem vai de fim-de-semana, a Ponte Vasco da Gama é a ponte certa para atravessar!
É ainda um bairro jovem, na construção e nas pessoas que aqui moram, mas não faltam serviços e comércio. Nos últimos anos tem-se notado um crescente desenvolvimento nesse sentido, que irá continuar. Talvez por haver cada vez mais núcleos empresariais, que trazem muito movimento durante o dia, ou simplesmente porque o bairro está a amadurecer e a criar a sua identidade.
Em termos de serviços, o Parque das Nações tem tudo: boas escolas para todos os anos, hospital, polícia, igreja, parques infantis, edifícios culturais, espaços verdes, entre outros. As infraestruturas, em geral, têm boas condições. Em termos de restauração e comércio, para além do Centro Vasco da Gama, que atrai milhares de pessoas todos os dias, o Parque das Nações tem espaços por todo o bairro, seja restaurantes, supermercados, cafés ou padarias. Algo que permite aos moradores fazer a sua vida a pé, sem ter de pegar no carro. Existe alguma vida noturna, mas é durante o dia que se sente mais agitação.
Apesar de toda esta oferta, é uma zona calma, que permite usufruir dos espaços públicos. Tudo isto dentro da cidade! É um bairro seguro, onde qualquer um se sente bem a andar na rua, seja durante o dia ou durante a noite. Isso faz a diferença e dá tranquilidade.
Os moradores do Parque das Nações são, na sua maioria, pessoas da classe média/média-alta, com poder de compra, que procuram o descanso na sua vida agitada. São pessoas de todas as idades: muitos casais jovens, dos 30 aos 40 anos, maioritariamente já com filhos, mas também gente com 50 ou 60 anos que morava em zonas adjacentes e decidiu vir morar para junto do rio.
Durante o dia, quem vemos mais não são os moradores, mas sim quem cá trabalha ou quem por aqui passa: de manhã e ao fim da tarde, o frenesim junto à Gare do Oriente e ao Vasco da Gama é enorme, com as pessoas que passam a caminho do seu trabalho; à hora de almoço são também os trabalhadores e empresários que enchem os cafés e restaurantes da zona.
É também uma zona muito frequentada por turistas, que vêm conhecer este bairro construído de raiz junto ao rio, algo evidente nos dias de semana. Ao fim de semana, é muito comum ver-se pessoas que não moram no Parque das Nações mas que vêm para aqui passear. Vêm desfrutar da paisagem, do ar, das áreas comerciais. Curiosamente, são menos os moradores que frequentam a frente ribeirinha do que turistas e visitantes.
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Tem tudo ao pé, não preciso de me deslocar de carro para lado nenhum, temos parques infantis, temos supermercardos, temos tudo. É do sítios mais indicados e mais giros para se viver.
Ana Isabel, 40 anos, Gestora de Produto
O Parque das Nações é um bairro construído ao longo do rio. Facilmente identificamos três zonas, com algumas diferenças entre si: centro, zona Norte e zona Sul.
A zona central é uma zona de comércio e serviços, onde se concentram as empresas e os transportes. É por aqui que milhares de pessoas passam diariamente, nomeadamente pela imponente Gare do Oriente e pelo Centro Comercial Vasco da Gama, com uma localização privilegiada entre os transportes e o rio. Há também diversos restaurantes e cafés pelas diferentes avenidas. Aqui pode encontrar o Meo Arena, a maior sala de espetáculos de Lisboa, a FIL (Pavilhão de exposições), o Pavilhão de Portugal com a sua pala imponente, o Oceanário (o maior da europa), o Pavilhão do Conhecimento e o Teatro Camões.
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Eu acho que a melhor parte é exatamente estar aqui junto ao rio. É muito bom ao fim-de-semana e poder sair a pé com a minha filha passear e ir brincar ali na relva junto ao rio. Ou ir sozinha, calçar os tenis e correr.
Rita Garcia, 37 anos, Gestora
A zona Sul é uma zona muito sossegada, com menos serviços e muita habitação. É uma zona mais residencial, onde os prédios são mais baixos, havendo menor densidade de moradores. Assim, é uma das zonas mais calmas do bairro. É aqui que se encontra a Marina.
A zona Norte é um misto entre as duas anteriores. É uma zona residencial, mas há aqui muitos serviços e comércio e nas ruas nota-se algum movimento. Aqui encontra-se o mais alto edifício de Portugal, a Torre Vasco da Gama.
O rio, esse, acompanha todo o bairro, fazendo a ligação entre as diferentes zonas. É neste eixo que se concentra a maior parte do movimento. É à beira rio que todos gostam de ir beber um café, ler o jornal, fazer desporto ou simplesmente passear. O rio enche-nos os olhos e a alma!
É natural que num bairro com cerca de 20 anos não haja assim tantos segredos. Muitos sabem que antes da Expo 98 esta área era um depósito de contentores e uma lixeira. Foi preciso uma grande visão para criar o que vemos hoje.
Atualmente, a Gare do Oriente é uma das maiores estações do mundo, com 75 milhões de passageiros por ano, o que a torna tão concorrida como o Grand Central Terminal, em Nova Iorque.
Apesar da sua popularidade, algumas zonas dos Parque das Nações são pouco exploradas e são maravilhosas. Diversos parques junto ao rio estão bem cuidados, mas durante o dia estão por vezes vazios. Há horas do dia e da semana onde quase não se vê ninguém. Vale a pena vir a essas horas.
Se procura tranquilidade, venha descobrir!
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Apesar de estarmos numa zona bastante urbana, temos sempre a hipótese de respirar e de ter algum desafogo no centro da cidade, com toda a zona ribeirinha.
Francisco Henriques, 27 anos, Investigador Doutoramento
Parque das Nações, O século XXI junto ao rio Tejo